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Sintonia entre coordenador e aluno

01/10/2018 | Atualizado ás 09:05h

Como a relação coordenador/aluno pode ser decisiva na gestão da permanência dos alunos?

Qual o papel do coordenador na gestão de permanência dos alunos na sua instituição? A sua instituição ainda não possui uma metodologia e ferramentas para detectar de forma premeditada uma possível evasão de um aluno? Se a resposta para estas perguntas for positiva, sua instituição não está sozinha.

Atualmente, grande parte das instituições ainda não possuem mecanismos padronizados para detectar e tratar o grande número de evasões de alunos dos cursos universitários. O tratamento em geral é feito por cada coordenador de cada curso de forma pontual e muitas vezes de forma tardia. Ou seja, não existe um procedimento padrão para todos os cursos, cabendo ao coordenador a responsabilidade de tratar sozinho os problemas dos alunos, à medida que eles surgem. E em alguns casos, o coordenador até consegue detectar a evasão, mas não de forma antecipada, ficando este sem tempo hábil para fazer a abordagem e o tratamento necessário para reter o aluno.

Com a implantação de uma metodologia que padroniza o tratamento das evasões, a instituição tem a possibilidade de não só reduzir a taxa de evasão, mas também de melhorar a relação instituição/aluno. Se o coordenador, apoiado por algum recurso tecnológico, possuir informações que indiquem uma possível evasão antecipadamente, este tem a chance de abordar o aluno e entender o seu problema.

Com esta simples ação o aluno poderá se sentir acolhido pela instituição, representada neste momento pelo coordenador. Esta diminuição da distância entre aluno e coordenador poderá ser decisiva não só para a escolha do aluno entre permanecer ou abandonar o curso, mas também poderá ser refletida em um melhor desempenho do aluno em sala de aula, pelo simples fato dele se sentir valorizado pela instituição.

No relato da professora Juliana Tiscoski - Coordenadora do Curso de Engenharia Civil da Unilavras, ela descreve a reação dos alunos ao serem abordados pelo coordenador a respeito de uma possível evasão da instituição: "Normalmente os alunos se sentiam muito acolhidos, a gente tinha o receio em como abordá-los, mas de fato eles se sentiam muito acolhidos e até ás vezes surpresos pelo fato de a gente ter as informações que eles não sabiam que a gente tinha....de estarmos nos preocupando com a vida acadêmica deles."

Depoimento completo da professora Juliana:


Já a professora Kiyoko Uemura Utiumi - Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária; descreve em seu relato a surpresa e receptividade com que os alunos reagiram ao serem abordados pela coordenadora do curso: "Todos ficaram muito surpresos... eles não imaginavam que nós tínhamos este controle ... depois dessa surpresa inicial nós tivemos uma receptividade muito grande e isso criou uma proximidade entre o aluno e a coordenação".

Depoimento completo da professora Kiyoko:


Nestes depoimentos, podemos notar a importância do papel do coordenador no tratamento da evasão, uma vez que este tenha a sua disposição mecanismos que possibilitem o tratamento individualizado dos alunos na gestão da permanência.

Neste artigo abordamos apenas um dos aspectos que estão relacionados a detecção e tratamento da evasão nas instituições. Para ler mais sobre o assunto, acesse outros artigos em nosso blog ou considere a possibilidade de se inscrever no nosso newsletter.


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